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PolyStation 1 e 2 rodam games do NES sem dificuldades


  • Retrocompatibilidade? PolyStation 1 e 2 rodam games do NES sem dificuldadesRetrocompatibilidade? PolyStation 1 e 2 rodam games do NES sem dificuldades


Você já deve ter ouvido o nome Polystation da boca de seus pais, primos, amigos ou daquele vendedor da feira ou do semáforo.

Testamos o videogame mais barato e marginalizado do país, que fez muita gente chorar achando que estava ganhando um Playstation, só que não.

Parece, mas não é

Mas, de verdade, o que é o Polystation? De origem chinesa e importação invariavelmente paraguaia, trata-se apenas um dos vários “Famiclones” que surgiram depois do grande sucesso do Nintendinho, como ficou conhecido no Brasil o Famicom (modelo japonês) ou NES (modelo americano).

No caso específico do Polystation, o nome é bem parecido com Playstation e até por isso é “quase” fácil ser enganado ao se deparar um destes, já que são feitos com a “cara” dos videogames da Sony – o que, para desespero dos filhos, faz muitos pais desavisados comprarem o primo pobre achando que se trata, na verdade, de algum videogame de geração mais avançada.

Testamos especificamente o Polystation e o Polystation 2 e, sim, o primeiro é uma cópia descarada do PSX (Playstation, modelo PSOne) e o outro, do Playstation 2 Slim.






Videogames Polystation





O visual do Polystation não nega a inspiração no PSone 





Embalagem

As embalagens dos dois Polystation são quase parecidas entre si, mas a do Polystation 1 é uma cópia deslavada da caixa do Nintendo 64. Pois é.

No canto direito o fabricante exalta as qualidades do console em um inglês “macarrônico”, meio sem sentido. As características, se traduzidas ao pé da letra, ficam assim:

1 – A Máquina
Vivencie gráficos de 64-bit sem igual e som com qualidade de CD funcionando a incríveis 94MHz. (a caixa do Polystation 2 é mais sincera e diz que, de fato, os gráficos são de 8-bit e o som com qualidade de cartucho (!!!)).
2 – O controle
Atinja novos níveis de precisão e jogabilidade com o ergonomicamente desenhado controle de 14 botões e direcional analógico. (uma grande mentira, já que contam cada direção do controle digital como um botão e, no caso do Polystation 1, existem dois botões sem função alguma e que não existem no controle do Polystation 2).
3 – Os jogos
Os gráficos colocam você em ambientes 3D em tempo real. Prepare-se para velocidade e emoção em variedades de perspectivas sem fim. (os gráficos não são em 3D, claro, e os superlativos usados não fazem você se empolgar tanto assim).
4 – Plug and Play (Conecte e jogue)
Cabos de áudio e vídeo estéreo inclusos para maior qualidade de imagem e áudio e mais: você pode ter seu Polystation conectado a TV simultaneamente (é, não dá pra entender quase nada do que tentaram explicar nesse tópico, não é mesmo?)

Na embalagem também, o Polystation 1 menciona que “não é apenas mais um jogo” e que possui 11 games na memória; o Polystation 2 diz ter uma biblioteca de, acredite, 9.999.999 jogos na memória. Ou seja, nem se juntarmos todos os jogos já lançados para PC e todas as gerações de consoles, chegaríamos nesse número: nove milhões, novecentos e noventa e nove mil e novecentos e noventa e nove jogos. Incrível!


FAMICLONE?



  • Famiclone é um termo que deriva de Famicom (o Nintendo 8 bits japonês) e clone (cópia) e designa toda uma série de consoles que tem o processador do Nintendo NES, mas com a “roupagem” diferente do original e, na pior das hipóteses, copia o design de consoles famosos, como os Polystation. Há ainda designs copiados do Dreamcast, Wii, PS3, entre outros.




A hora da verdade

Ao desembalar os dois consoles, eles têm a mesma disposição na caixa e os mesmos itens incluídos: 2 controles que são bem parecidos com o do PSX, mas em uma versão miniaturizada. Possuem os mesmos botões da sua inspiração (bolinha, triângulo, quadrado e xis), uma pistola, fonte, cabo composto AV e um humilde manual, mas bem informativo. Em inglês, claro.

Um dos principais problema dos PolyStation são os cabos muito curtos. Sério, se você for jogar numa TV de 32 polegadas, fatalmente terá problemas de visão, dada a pouca distância que ficará da TV. A sugestão é angariar uma TV antiga, de tubo, de 14 polegadas, já que também a pistola só funciona em TVs desse tipo.

A qualidade do material de fabricação dos consoles deixa também a desejar: a do Polystation 1 é bem inferior à do Polystation 2, mas os dois pecam muito nesse aspecto, no geral.

Uma característica interessante do Polystation 2 é que ele vem com um suporte para deixar o console na vertical, como acontece com o Playstation 2 Slim.

Os dois consoles acompanham sete jogos na memória e, depois destes, repetições dos mesmos até chegar a marca de 9.999.999. No Polystation 1 os jogos são “Chinese Chess”, “Galaxian”, “Duck Hunt”, “Tank H 1990”, “Macross”, “F-1 Race” e “Skeet Shooting”. No Polystation 2 o “Chinese Chess” é substituído por “Track & Field”, muito melhor.

Testamos também cartuchos originais americanos (72 pinos) e japoneses (60 pinos), e só os da 2ª funcionaram. É bom ficar esperto se for utilizar seus jogos antigos.

Conclusão

A realidade é que talvez os Polystation tenham sido feitos para enganar os pais desavisados, achando que estavam comprando um Playstation para os filhos - e a preço de banana.

Hoje em dia, você consegue encontrar um destes consoles por preços que variam de R$ 30 a R$ 50. Para quem ainda tem saudades do bom e velho Nintendinho ou quer iniciar a criançada no mundo dos games e com jogos simples e divertidos, quem sabe até pode funcionar.

 

fonte: uol games

Emulador Nintendinho 8 bits VirtuaNES


VirtuaNES permite que você jogue seus jogos clássicos favoritos em seu computador! Este é mais uma opção de emulador de NES, conhecido no Brasil pelo gamemaníacos como Nintendinho que possuía uma legião de fãs da era 8bits.

Link Direto 

Nintendo NES 8 Bits e a sua História



Nintendo Entertainment System, ou simplesmente NES (no Brasil apelidado como Nintendinho), é um videogame lançado pela Nintendo na América do Norte, Europa, Ásia, Austrália e Brasil. Originalmente lançado no Japão em 1983 com o nome de Nintendo Family Computer, ou apenas Famicom, o sistema foi redesenhado e recebeu o novo nome para ser lançado no mercado americano em 1985. O NES/Famicom foi o videogame de maior sucesso comercial na sua época, ajudou a indústria de videogames a se recuperar da crise de 1983 e estabeleceu novos padrões que seriam seguidos pela indústria. Também foi o primeiro console a ser produzido por terceiros, o que ajudou a divulgar o sistema em todo o mundo. O NES também foi um dos primeiros consoles a se apoiar em jogos feitos por terceiros (não só pela própria fabricante). Seu código de modelo é NES-001.O NES encontra-se em 8º lugar na lista de consolas mais vendidas de sempre, ficando atrás da PlayStation 2, Nintendo DS, Game Boy, PlayStation, Wii, Game Boy Advance e PlayStation Portable.





História


Para dar continuidade ao sucesso dos seus jogos de arcade lançados no
começo dos anos 80 a Nintendo planejava lançar seu próprio console. A
idéia inicial era um sistema com processador de 16 bits e drive para
disquetes, como essas especificações estavam fora da realidade da época o
projeto foi redesenhado e em 15 de Julho de 1983 a empresa lançou no
Japão o Nintendo Family Computer. O Famicom, como ficou
conhecido, era um console com processador de 8 bits e funcionava com
cartuchos. Propositalmente o design do Famicom foi feito para que ele
parecesse um brinquedo. Era claro, com duas cores (vermelho e branco) e
apresentava controles totalmente diferentes dos padrões da época. O
console possuia uma porta de expansão e muitos componentes seriam
lançados para conectar à porta.





Famicom.



Durante o seu primeiro ano o Famicom foi criticado por alguns erros de programação o que fez a Nintendo executar um recall
de todos os consoles vendidos e parar temporariamente a sua produção.
Mais tarde, já com o problema solucionado, a Nintendo voltou a
comercializar o Famicom se tornando o console mais vendido no Japão no
final de 1984.

Encorajada com o sucesso do Famicom no Japão a Nintendo demonstrava
grande interesse em lançar o sistema no mercado ocidental. A empresa
tentou negociar com a Atari
o lançamento de seu console no mercado norte-americano, sob o nome de
“Nintendo Enhanced Video System”, mas a Atari não demonstrou interesse,
já que estava trabalhando no seu próprio console de 8-bit. A Nintendo
resolveu então lançar o sistema sozinha e em Junho de 1985 apresentou na
feira Consumer Electronics Show o Nintendo Entertainment System.
O sistema foi totalmente redesenhado, apresentava um layout muito mais
sério e moderno, e ao contrário do que era feito anteriormente a
Nintendo apresentava o console como um centro de entretenimento para
enfatizar o poder do sistema.

O NES foi lançado oficialmente nos EUA no dia 18 de Outubro de 1985
apenas em Nova York, para teste de aceitação do público. Foram
disponibilizadas inicialmente 50.000 unidades que se esgotaram
rapidamente, o que levou a Nintendo a lançar o console no resto do país
em Fevereiro do ano seguinte. Mais tarde o console foi lançado
oficialmente na Europa, Austrália e Brasil. O sistema, apesar da
concorrência com o Sega Master System, manteve-se na liderança dos mercados japonês e americano durante uma década.

Nos anos 90 devido a renovação tecnológica o sistema foi substituido
por consoles mais modernos. A Nintendo norte-americana continuou dando
suporte ao console até 1995 quando sua produção foi encerrada. No
oriente, a Nintendo japonesa produziu uma nova versão do Famicom
(chamada de Famicom AV) e manteve seu suporte de assistência
técnica até outubro de 2003, quando oficialmente descontinuou o sistema
por não haver mais peças de reposição. Isso deu ao sistema um tempo
oficial de vida de 20 anos, o maior entre todos os consoles lançados até
hoje.

Jogos


O NES se tornou um sistema extremamente difundido graças a jogos da Nintendo que lançaram franquias bem-sucedidas, como MarioMetroidDonkey Kong e Zelda.

O console também teve grande colaboração de terceiros, com as japonesas CapcomKonami e Squarecomeçando séries como Mega Man (Capcom), Castlevania e Contra (Konami) e Final Fantasy
(Square) no console. A Nintendo também tinha um contrato de
exclusividade com seus colaboradores (garantindo que as empresas só
trabalhariam no NES).

O jogo mais vendido é Super Mario Bros., com 40 milhões de cópias, mas acompanhando o console (às vezes num cartucho que incluía Duck Hunt). Super Mario Bros. 3 é o jogo separado mais vendido na história do console, com 17 milhões de cópias.

Pirataria


Devido a sua popularidade, o NES/Famicom tornou-se um dos videogames mais clonados da história. Osclones
são cópias não-oficiais do hardware do NES e que conseguem executar
jogos originalmente desenvolvidos para ele. Já foram catalogados mais de
300 clones em todo o mundo e alguns ainda são produzidos até hoje.
Muitos países onde o NES não foi lançado oficialmente só conheceram o
sistema através dos clones. A antiga União Soviética teve o Dendy Junior,
um clone que imita o desenho do Famicom. Com a tecnologia atual é
possível reproduzir todas as funções do NES em apenas um único chip, o
que permitiu a criação de alguns clones portáteis como o Pocket Famicom.

Os jogos também foram um forte alvo da pirataria, tendo sido
apreendidos milhões de cartuchos pirateados ou não-licenciados ao longo
dos anos. Mesmo o sistema de proteção desenvolvido pela Nintendo, que
utilizava o chip 10NES para a verificação do cartucho no momento do boot, não foi suficiente para inibir as cópias ilegais. O caso mais famoso é o da Tengen, linha de acessórios criada pela Atari e que lançou diversos jogos não-licenciados para NES. A Tengen desenvolveu o chip Rabbit,
clone do chip 10NES da Nintendo, que permitia que seus jogos
funcionassem no NES.Então, vieram outras empresas como a Color Dreams e a
Codemasters,para fazer jogos não licenciados para o NES.



Clones no Brasil


O NES só foi lançado oficialmente no Brasil em 1993. Antes disso
muitos fabricantes brasileiros lançaram diversos clones com cartuchos
próprios e suporte técnico. Os primeiros clones surgiram em 1989, como o Top Game VG-8000, produzido pelaCCE, o Dynavision II, produzido pela Dynacom, o Phantom System, produzido pela Gradiente e o BIT System, um console semelhante ao NES, produzido pela Dismac. Enquanto o primeiro e o segundo utilizavam slot de cartuchos de 60 vias compatível com o Famicom, os dois últimos utilizavam slots de 72 vias compatíveis com o NES.

Em 1990 vieram o Super Charger da IBCT, o Hi-Top Game da Milmar e o Top Game VG-9000 da CCE, sendo que o primeiro utilizava o slot de 60 vias, e os restantes utilizando o slot de 72 vias. Algum tempo depois, a CCE lançou o Top Game VG-9000T (o T era de Turbo) e apresentava um controle com botões turbo e com design parecido com o do Phantom System
só que de cabeça para baixo (provavelmente para fugir de futuros
processos oriundos da Gradiente) e ainda tinha a curiosa vantagem de ser
“dual-slot”, ou seja, também possuia um slot de 60 vias para os
cartuchos japoneses. Seguindo a CCE, a Dynacom lança em 1991 uma versão
revisada de seu Dynavision II, o Dynavision III, com o sistema dual-slot. Em 1992 outro clone curioso é lançado: o Geniecom. Desenvolvido por uma empresa homônima, o aparelho possuia um Game Genie
embutido, possibilitando aos jogadores trapacear nos jogos sem a
necessidade de comprar o acessório separadamente. Alguns outros clones
foram lançados posteriormente (até nos dias atuais), mas sem muita
expressividade.

Atualmente os maiores clones de NES no Brasil são os consoles Dynavision XtremeWi Vision (mais tarde renomeado para Dynavision Black e depois tem sua versão branca, o Dynavision White) e o PC Game da empresa Dynacom e o Polystation que é vendido geralmente por camelôs e lojas de 1,99.

Também há um reprodutor de DVD que usa ROMs de NES chamado DVD Game, da empresa Britânia.
O aparelho rodava ROMs de NES e vem com dois controles. O DVD executa
as ROMs de NES gravadas num CD (na verdade, um CD com 27 jogos de NES de
pouca capacidade). Pode-se baixar e gravar as ROMs num CD e rodar no
DVD. O DVD Game pode rodar até ROMs piratas de NES. O DVD Game tinha uma
paleta de cores um pouco maior do que a do NES, proporcionando uma
pequena melhoria nos gráficos.

Outro DVD player que também roda ROMs de NES foi criado pela Philco,
mas nem todas as ROMs de NES são compatíveis. Jogos de 4Mbits, por
exemplo, ficam muito lentos. Provavelmente por causa da pouca capacidade
de executar games com paginação de memória mais complexa.

Especificações Técnicas




  • CPU: Processador de 8-bit desenvolvido pela Ricoh baseado na arquitetura MOS 6502, com hardware de som customizado e um controlador de DMArestrito.

    • Diferenças regionais

      • A versão NTSC, chamada de RP2A03, funciona com a freqüência de 1.79 MHz; esta CPU também foi utilizada nos hardwares do PlayChoice-10 e Nintendo Vs..

      • A versão PAL, chamada de RP2A07, funciona com a freqüência de 1.66 MHz.



    • RAM principal: 2 KiB + memória RAM expandida (se presente no cartucho).

    • ROM: Até 48 KiB para a ROM, RAM expandida e I/O do cartucho; a
      técnica de bank switching pode expandir consideravelmente este limite.


    • Áudio: Cinco canais sonoros.

      • 2 canais de onda quadrada com ciclos de trabalho variáveis (25%,
        50%, 75%, 87.5%), controle de volume de 16 níveis, suporte a pitch-bend
        via hardware e freqüências que variam de 54Hz a 28 kHz.

      • 1 canal de onda triangular de volume fixo, com freqüências varando de 27Hz a 56 kHz.

      • 1 canal de ruído-branco com controle de volume de 16 níveis e suporte a dois modos (ajustando-se as entradas de um LFSR – Linear Feedback Shift Register) em 16 freqüências pré-programadas.

      • 1 canal de modulação de código delta pulse (DPCM) de 6-bit,
        utilizando codificação delta de 1-bit com 16 taxas de amostragem
        pré-programadas, variando de 4.2 kHz a 33.5 kHz; também capaz de
        reproduzir som PCM padrão utilizando valores individuais de 7-bit em
        intervalos temporizados.






  • Unidade de processamento de imagem (GPU): Processador de vídeo customizado da Ricoh

    • Diferenças regionais

      • A versão NTSC, chamada de RP2C02, funciona com a freqüência de 5.37 MHz e possui saída devídeo composto.

      • A versão PAL, chamada de RP2C07, funciona com a freqüência de 5.32 MHz e possui saída de vídeo composto.

      • A versão encontrada no PlayChoice-10, chamada de RP2C03, funciona com a freqüência de 5.37 MHz e possui saída RGB (em freqüências NTSC).

      • As versões encontradas no Nintendo Vs. Series, chamadas de RP2C04 e RP2C05,
        funcionam com a freqüência de 5.37 MHz e possuem saída RGB (em
        freqüências NTSC) utilizando paletas de cor irregulares, a fim de
        prevenir a troca fácil das ROMs dos jogos.



    • Paleta: 48 cores 5 cinzas na paleta básica; o vermelho, verde e azul
      podem ser escurecidos individualmente em regiões específicas da tela,
      utilizando-se código cuidadosamente temporizado.

    • Cores na tela: 25 cores em uma varredura (cor de fundo + 4 conjuntos de 3 cores de tiles + 4 conjuntos de cores de 3 sprites), não incluindo o de-emphasis cromático.

    • Sprites suportados pelo hardware

      • Máximo de sprites na tela: 64 (sem recarregar os sprites do meio da tela).

      • Tamnho dos sprites: 8×8 ou 8×16 pixels (selecionados de maneira global para todos os sprites).

      • Número máximo de sprites em uma varredura: 8, utlizando um
        sinalizador para indicar quando sprites adicionais são pulados (para
        permitir ao software rotacionar as prioridades dos sprites, causando flicker).



    • Memória interna da GPU: 256 bytes de memória de RAM para as
      posições/atributos dos sprites (“OAM”) e 28 bytes de memória (para
      permitir a seleção das cores de fundo e dos sprites) em barramentos
      separados dentro da GPU.

    • Memória externa da GPU (Memória de vídeo): 2 KiB de memória RAM na
      placa do NES para mapeamento e atributos de tiles + 8 KiB de memória ROM
      ou RAM no cartucho para padrões de tile (com o bankswitching,
      teoricamente qualquer quantidade poderia ser usada, mas com aumento nos
      custos de produção).

    • Scrolling layers: 1 layer, embora a rolagem horizontal pudesse ser
      alterada em uma base individual para cada linha (bem como a rolagem
      vertical, utiliando técnicas mais avanças de programação).

    • Resolução: 256×240 pixels, embora a maioria dos jogos NTSC
      utilizasse apenas 256×224 já que as 8 linhas de varredura do topo e da
      base não eram visíveis na maioria dos televisores (devido ao overscan);
      para se obter largura de banda adicional para a memória de vídeo, a
      tela podia ser desativada antes que o raster atingisse a parte inferior.

    • Saída de vídeo


      • NES: saída RCA composto e saída por modulador RF.


      • Famicom e NES 2: apenas saída por modulador RF.


      • AV Famicom: apenas saída de vídeo composto, através de
        conector proprietário da Nintendo, inicialmente introduzido pelo Super
        Famicom/SNES.


      • Nintendo Vs. Series: saída de vídeo RGB invertida.


      • PlayChoice 10: saída de vídeo RGB invertida